sábado, 12 de dezembro de 2009

Um tanto ou quanto abstracto

Ninguém chora quando é suposto rir, ninguém grita quando é suposto estar calado, ninguém faz noitadas enquanto o normal é dormir, ninguém poe açúcar em vez de sal!
Não faço coisas porque o meu "coração manda" ou porque um amigo me pede muito, faço coisas porque é esse o pressuposto, é isso que me sai no momento.
Há palavras que me fazem recordar momentos de riso ou choro (neste caso não interessa), há musicas que me põe a pensar em momentos especais com pessoas que chamamos "especiais" que estava a tocar no meu MP3 enquanto estava com essa pessoa. Depois começamos a perceber que essas pessoas não são assim tão especiais, e o que é que acontece a essa música? Quando dá na rádio ou na televisão, pomos logo o som mais baixo para não ter que recordar, ou lembrar desses momentos com essa pessoa que nos chamava-mos "especial". Fugimos aos nossos problemas para que eles não voltem e não nos venham atormentar mais uma parte dos nossos neurónios.
Vamos perceber que fazer tudo na perfeição como rir em vez de chorar, calar em vez de gritar, dormir em vez de fazer noitadas e por sal em vez de açúcar; dá dores de cabeça, põe-nos um sorriso ao contrário e dessa maneira deixamos de poder utilizar o lema " A vida são dois dias ".
QUERO UMA VIDA SEM FORMALIDADES, E AGORA VÃO TODOS A MERDA PORQUE NÃO ESCREVO MAIS HOJE.

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